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Opinião

Eu sou Fidel! Eu sou Fidel! Eu sou Fidel!

Ilka Oliva Corado

sexta-feira 9 de dezembro de 2016, por Ilka Oliva Corado

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Perguntou Daniel Ortega no Memorial José Martí da Praça da Revolução de Havana, no tributo a Fidel: “Onde está Fidel?”. E o povo cubano, entusiasmado, agradecido e amando, em uníssimo respondeu: “Eu sou Fidel! Eu sou Fidel! Eu sou Fidel!”. Nesse instante Cuba voltou a vibrar, como naquele 1º de janeiro de 1959; o mundo escutou o povo cubano, os ventos e os mares fizeram eco do amor recíproco entre o Líder da Revolução Cubana e seu povo.

O homem mais caluniado do planeta, que sobreviveu a mais de 600 tentativas de assassinato, o mais odiados pelos que odeiam os povos soberanos e os seres íntegros e inteiros; conscientes da realidade e da história. Existe um antes e um depois de Fidel na América Latina e no mundo. E isso, caso alguém não havia querido se dar conta nos últimos 50 anos, foi reafirmado pelo povo cubano abarrotando a Praça da Revolução e as ruas próximas. Não tem forma de manipulação visual, de fotografias truculentas, as imagens falam por si mesmas; eram milhares de idosos, jovens e crianças, despedindo-se do maior dos revolucionários dos últimos tempos.

Nem a midiatização mundial com todos os milhões de dólares gastos em propaganda para desprestigiar a Revolução Cubana, nem o bloqueio imposto pelos Estados Unidos puderam com Fidel e com seu povo. Muitos lacaios se perguntam “o que acontecerá agora com a Revolução?”, esperando ansiosos que o Plano Condor aterrisse em Cuba, com a águia imperial, para ir urgente, como aves de rapina a devorar a seiva da dignidade; mas a resposta contundente foi dada a noite pelo mesmo povo cubano. E foi estremecedora! Eu sou Fidel! Eu sou Fidel! Eu sou Fidel!

Se acreditavam que a Revolução Cubana e Fidel haviam morrido, se equivocaram. Fidel se fez sangue nas veias das crianças e jovens cubanas que foram o doce fruto da árdua luta da geração de seus pais e avós. Muitas vidas se perderam no caminho, nenhuma foi em vão. No tributo a Fidel, por conseguinte também foi rendido tributo a Camilo e ao Che Guevara, pilares da Cuba linda e soberana. Se celebrava, pois, a vida, a honra, a lealdade e retidão de um homem que só por existir já fez com que todo um império estremecesse.

Emotivo foi sentir o amor e o agradecimento de governos de países nos cinco continentes, falavam de um Fidel amigo e irmão. E em casa, escutar aos nossos, prometendo a unidade da Pátria Grande. Sem dúvidas fizeram falta nesse tributo: Chávez, Lugo, Néstor, Lula, Dilma e Cristina.

Que fique claro então que, cada vez que alguém se perguntar, em qualquer lugar do mundo, “onde está Fidel?”, vai encontrar a resposta em cada rincão da Cuba soberana e no coração estusiasmado de cada ser humano que lute pela liberdade dos povos.


@ilkaolivacorado
contacto[AT]cronicasdeunainquilina.com
Crónicas de una Inquilina

Tradução do Diário Liberdade

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